Um rumo na minha própria literatura

Daí me apercebi que um monte de gente interessante escreve. Publica coisas fantásticas pela internética e tem vários seguidores. Eu? Longe de ser classificado como “minimamente interessante” por 90% das pessoas que conheço, mantenho um tumblr com posts esporádicos de frases que só eu acho ser de efeito e textos que só eu gosto de alguma maneira.

Uma coisa meio rodriguiana, saca?

O negócio é o seguinte: já deu no saco essa coisa de só escrever crônica pré-fabricada na minha mente com seus momentos doentis. Textinho que sempre acaba mal pra Berenice ou pro Ribamar. Frase de auto-ajuda ou pseudo-engraçada pra parecer cult.

Quero mais.

Decidi que mereço dar uma chance pra mim mesmo. Eita, quanto “eu”! Pois é. Porque meu maior inimigo sou eu mesmo. E maior aliado também. Tô longe de ser poeta, mas quero um dia estar perto de ser cronista. Nem precisa ser dos bons.

Mas se 90% me conhecer como alguém que escreve coisas, ou pelo menos verdades sobre coisa alguma…

…Já é meio caminho andado.