A cara gelada não deixa o efeito do álcool ser esquecido. Ele sua frio, sente o chão subir e descer numa dança igualmente medonha e divertida.
O torpor etílico o faz sorrir e ver graça até na sombra disforme do seu corpo projetada no chão quente de um subúrbio qualquer.
Esconde um coração sincero sob camadas de ódio, rancor, indiferença… Até quando ele vai se esconder?