
A brincadeira de rimar na Praça Edmundo Rego (Grajaú, Rio de Janeiro) já era levada a sério por um grupo de meninos com seus primeiros pêlos no rosto em 2010 e se tornou ainda mais séria quando um deles, Gabriel Xan, deu o tom da sua obra ao lançar sua primeira música: ‘Maravilha é o caralho’. Desde o início o artista se posiciona como um cronista da realidade das ruas, especialmente das que cortam seu próprio bairro.
Com linhas pesadas desde o início e uma postura de enfrentamento nos palcos, Xan se destacou nas batalhas do Rio de Janeiro por focar todas a sua atenção contra seu oponente – não a plateia. Tal atitude rendeu vitórias épicas, incluindo uma coleção incontável delas no quintal de casa, a Roda de Vila Isabel.
Enquanto dividia o tempo entre escrever sua história como campeão da temporada 2016 da Batalha do Real e sua vida fora do palco, Xan produziu o EP ‘ÍNDIGO’ em parceria com a K2 e o QG do Suarez. Agora, com uma visão mais madura e menos ansiosa se prepara para lançar seu próximo projeto ‘02:26′.
Suas participações em cyphers colecionam milhões de visualizações, como em ‘Miragens’ (1Kilo), “Grito Crimes” (Grito Filmes), ‘Balas em Versos’ (Grito Filmes), ‘Clube das Quina’ (Aldeia Records) e ‘Gárgulas’ (A Banca Records).
Construindo seu império como Heisenberg (personagem da série ‘Breaking Bad’ que dá título a uma das faixas de ‘ÍNDIGO’), Xan cumpre uma agenda de shows focada na região metropolitana do Rio de olho no país. E não se engane com o sorriso inocente de Xan: suas linhas podem viciar mais que a metanfetamina azul de Breaking Bad.
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GABRIEL XAN
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