
O Brasil inteiro já ouviu falar dessa turma do barulho que se mete em altas confusões. Mate com Angu já foi parar até na Europa e sua história é relatada num livro chamado “O cerol Fininho da Baixada”. Tem um exemplar desse livro comigo que meio que roubei do Fabio Mateus, produtor do EncontrArte. Foi mal.
Entre os dias 25 e 31 de maio, a confusão da turma do Mate vai ser o seu festival. Terceira edição, já! É cinema popular, com filmes independentes e uns longas bem bolados. Vai ter mostra competitiva. Vai ter festa. Vai ter parada rolando na Lira de Ouro, no Lote XV, no Instituto Histórico de Caxias e no Gomeia, o empreendimento mais ousado dessa galera, erguido em parceria com outros amigos da cidade.
Sou muito suspeito pra falar do Mate, afinal sou fã publicamente declarado do Heraldo HB. Toda vez que o encontro preciso de uns quarenta segundos pra primeiro tietá-lo, pra só depois conseguir agir normalmente. Mas a beleza do Mate está nos seus muitos personagens: a primeira vez que ouvi falar dele foi através do Slow da BF, enquanto a vez que efetivamente me envolvi foi junto da Bia Pimenta, lá em 2016, quando ajudei na produça do especial do Dia da Baixada.
O Festival Mate Com Angu é uma daquelas paradas que quem paga de Baixada precisa ir. Sim, digo “paga de Baixada” porque o que não falta é gente que diz ser da Baixada mas nunca assistiu uma sessão do Mate, muito menos parou no boteco em frente a Lira de Ouro depois (ou até durante, confesso) alguma sessão. Aí é complicado, né.
Foi mal.
Tá todo mundo convidado pra colar nesse rolé. Se você não tiver companhia, cola comigo. Tô direto online no twitter.com/wesleybrasil, só me mandar mensagem que a gente se vê.
Não tem desculpa.
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