Ah, o tal do amor. Aquela coisa volátil, que não dá pra pegar na mão nem dá pra descrever… Um negócio que acelera o coração sem motivo e não precisa de remédio, porque ele é o remédio.
Uma coisa disforme, que a gente sente pelo amigo, pela mãe, pela namorada… Que no fim das contas não se sabe como começa, como termina, como dá uma pausa nem como volta. A gente só sabe que ele tá lá.
E às vezes o “lá”, pode ser porque está nos esperando. Ou porque está nos perseguindo. Ou porque tá é fugindo mesmo.
O tal do amor junta as pessoas, mas às vezes separa que é uma beleza. Faz a gente bater a cabeça, se desentender, e esquecer que bom mesmo é abraçar quem a gente ama.
Ah, o tal do amor…