Opinião » Wesley Brasil
7/11/2014, 12:47 am

O Rap da Baixada precisa lotar o show do Xará no Studio B

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Encher a casa vai muito além de marcar presença num evento pago

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ENTRETERE
2/11/2014, 2:10 pm

Fui na estreia do Tim Maia: eu e mais sete pessoas

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Não poderia ser mais emblemático: muita divulgação, duzentos lugares na sala e apenas sete pessoas

Opinião » Wesley Brasil
23/10/2014, 3:02 am

O problema não está na Dilma nem no Aécio – está em nós

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Milhões de brasileiros foram para a rua pedir mudança, e agora estão na rua fazendo campanha para grupos que já tiveram sua chance de governar

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Opinião » Wesley Brasil
4/10/2014, 11:13 pm

Eu não acredito no poder das urnas

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Não adianta votar numa pessoa e continuar com a mesma atitude passiva de sempre

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Aurélio Nascimento
1/10/2014, 1:31 am

Pele branquinha, corpo franzino, rosto angelical. O jeito de boneca que Berenice tinha era uma...

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Pele branquinha, corpo franzino, rosto angelical. O jeito de boneca que Berenice tinha era uma verdadeira sabotagem: os rapazes de sua idade eram desinteressantes, os mais velhos julgavam-na mais nova.

Lhe restava apenas a solidão.

Até namorou uma vez. De tão acostumada com sua própria companhia, reforçada pela beleza singular, foi questão de tempo para o fim do romance. Berenice era linda, meiga e independente. Não que isso fosse um problema, mas as frágeis relações humanas dependem de alguma necessidade. E a única que ela tinha era de existir, de ser feliz, de fazer a diferença. Berê não queria passar em branco na Terra.

Dia desses foi numa festa. Os já cansativos olhares lascivos dos rapazes deram lugar ao desprezo. A música alta não serviu como desculpas para conversas de pé de ouvido. Algo diferente aconteceu. Duas horas de festa depois, foi feliz e saltitante pra casa, livre como nunca.

Ela engordou.

Encontrarte » Wesley Brasil
29/09/2014, 3:48 am

Alegria, suor e lágrimas

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O XIII Festival EncontrArte acabou nos palcos, mas se eternizou em nossos corações

Encontrarte » Wesley Brasil
24/09/2014, 3:59 am

Espetáculos que vão, saudades que ficam

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Conviver com pessoas espetaculares tem um preço que a gente aprende a pagar com o tempo

Encontrarte » Wesley Brasil
21/09/2014, 6:09 pm

“Minha vida é uma sucessão de quases”

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Entre frases de efeito e histórias reais, Dolores nos lembra como a vida real é dura

Encontrarte » Wesley Brasil
19/09/2014, 2:42 pm

A abertura do Festival e seus muitos personagens

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A história vai registrar a abertura assim: um humilde vendedor de doces fez uma performance mostrando as possibilidades da arte, o Marco Nanini lembrou a última vez que veio na cidade, a música e a mascote foram revelados, o espetáculo dos Irmãos Brothers foi fenomenal e a praça estava cheia. Estes personagens são importantes, é […]

Encontrarte » Wesley Brasil
18/09/2014, 4:21 am

Começou o encontro, ou melhor, começaram os reencontros

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De repente deveríamos mudar o nome para "ReEncontrArte", tamanho o afeto destes 13 anos

Encontrarte » Wesley Brasil
16/09/2014, 7:47 pm

Walace Fly, da Fly com Ploc High, estará na abertura do EncontrArte

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Sim, ele mesmo, o preto caro! Aquele que vende os melhores doces finos do universo!

Aurélio Nascimento
16/09/2014, 1:52 am

Bobeira, Berenice

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Berenice fazia um esforço danado para ser bonita. Tinha um espelho mentiroso, que mesmo nos seus dias mais esplendorosos dizia para ela que estava feia, surrada e triste.

Pois é, ela era triste sim.

Na verdade, ela era tão triste, que mesmo sendo a menina mais popular da escola, nenhum rapaz queria ser seu namorado. O olhar distante, o jeito frágil e os vestidinhos babados afastavam quaisquer pretendentes. Berê andava na rua olhando pro chão.

O que é seu está guardado, Berenice. Aceite esta grande mentira, pendure um sorriso no rosto e faça como todo mundo: finja ser feliz.

Para surpresa dos seus pais, amigos e professores, Berê sobreviveu ao ensino médio. Foi para a faculdade. Ao contrário que se pode imaginar, ela não mudou. Passou quatro anos frequentando um lugar sem ser notada. Acabou os estudos, mas não a timidez.

Berenice cresceu sozinha. Há quem diga que morreu virgem. E muito triste.

Opinião » Wesley Brasil
4/09/2014, 3:12 am

Tomei um soco no estômago do racismo

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Tem momentos que servem pra refletir sobre assuntos que a gente já refletiu, mas até então sem a seriedade que merecem

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Aurélio Nascimento
30/08/2014, 10:35 pm

Tarde no museu

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Menor que minha canela, o garotinho mascarado entra no recinto, como que explorando uma selva que nenhum humano jamais pisara. Os pais orgulhosos observam o rebento, que acredita ser um herói. Por alguns instantes quase peço salvação a ele.

E o casal de velhinhos? A cena parece batida, um clichê de toda história de amor. Cheguei a pensar que isso não existia mais, que o amor acabou e tal. Mas lá foram os dois. O velhinho que nem aguentava mais andar, pousando a mão esquerda no ombro de sua velha. Fazendo carinho. Olhando o jeito dela de tomar café.

Do meu lado, uma mulher linda com uma criança de uns três aninhos. Esperta, a menina. Estava aprendendo a tirar fotos com o celular. Não demorou pra fazer amizade com uma adolescente do outro lado do salão.

A arte do reencontro. Amigas se abraçam, comemoram a chegada. Largam sorrisos, descarregam alegria.

E a menininha continua vibrante. Brinca com bolas infláveis. Criança tem dessas coisas, né? Tão felizes com um brinquedo novo… Ou com um pedaço de papelão… Ou com o próprio reflexo no espelho.

Vejo passado. Vejo futuro. Um museu de situações. Gente pra todo lado, e cada um com sua própria história.

Mas até agora não sei direito qual é a minha.

Aurélio Nascimento
27/08/2014, 4:23 pm

As fugas infinitas

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Corria dos seus medos como um cachorro fugindo do banho. Ribamar não erguia a cabeca, se escondia entre garrafas cheias de líquidos vazios. Não andava: peregrinava. Medos maiores que sua própria existência.

Tinha medo da poesia.

Olhando pra trás na sua vida, Ribamar realiza que o álcool não deixou muitas memórias. Nem as sóbrias. Sem a estrutura normal de uma pessoa qualquer, estar sentado num banco de praça não era uma opção. Era uma condição. Sim, Ribamar estava condicionado a viver bêbado embaixo daquele banquinho, pedindo trocados em troca de rascunhos num papel.

Ribamar fazia poesia.

Se sua vida estava longe de ser um poema, não poderia dizer o mesmo da sua pinga companheira. Havia um mundo enorme embaixo daquele banco fedorento. Ribamar era um compulsivo, não conseguia parar de beber. E de escrever. E de morrer.

Um dia acordou morto. Não havia mais vontade de fugir. Havia nada dentro de si. Apenas tripas. Apenas ossos. Apenas sangue.

Apenas medo.

Acabou a pinga, os trocados, os poemas…

Ribamar cometeu o erro de se apaixonar.

ENTRETERE
26/08/2014, 7:44 pm

Cachaça mineira, MC racista e um rolê no império turco otomano

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Pois é, um babaca de um MC rimou na batalha contra o Big Black, MC preto e gordo - algo que, até onde sei, não é um problema.

Aurélio Nascimento
22/08/2014, 3:54 pm

Um despertar de Ribamar

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Duas velhas banguelas, de pele esturricada e batom ridículo aplicados em lábios grossos eram a primeira visão de Ribamar ao se dar conta que ainda não havia chegado em casa. Ele desperta com um carimbó frenético vindo da jukebox ao lado da máquina caça níquel. Três Cachaceiros da mesa de trás estão aplaudindo as banguelas, o que contribui para o despertar.

Cabeça pesada, como de costume. Uma leve tontura, como todos os dias. Seu corpo frágil não faz o menor esforço em se levantar e sair daquele ambiente nada familiar. E a pergunta que não cala: como chegara ali? Ribamar esfrega os olhos e olha em volta, tentando encontrar algum sinal que lhe indique familiaridade.

No bar, as placas de “fiado só amanhã” não diziam nada. Ele percorre as paredes e não há uma foto sequer que ele lembre. Haviam apenas retratos de uma mulher ao lado de homens famosos, que ele não faz a menor questão de reconhecer.

Procura a rua. Paralelepípedos já muito surrados. Passa uma carroça. Linhas de energia, daquelas torres grandes, cortam a paisagem. Ribamar percebe que está longe do Centro quando avista dois vira-latas e uma cabra bebendo água da mesma poça.

De volta pro bar, ainda se apoiando nas paredes, o dono do estabelecimento cumprimenta sua ressaca: “rapaz, pensei que você tinha morrido! Ainda bem que as gostosas sem dente ali te salvaram ontem de noite e te trouxeram pra tomar uns anestésicos hehrhehe”._

De súbito, Ribamar olha para as pessoas. As banguelas de vestido amarrotado e maquiagem estranha parecem familiares.

Sua mãe era a pior dançarina de carimbó daquele bairro. E a namorada dela também.

Aurélio Nascimento
15/08/2014, 2:33 pm

Todo mundo é legal

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Porque até aquele cara de alta periculosidade tem seus amigos, seus amores, suas paixões… Mas o problema são as perversões. Ele se deixou levar.

Todo mundo é legal sim, e a gente tem que aceitar isso. É fato incontestável. Todo mundo é legal pra alguém. E mesmo que a gente não se enxergue como alguém legal, sempre tem uma criança de seis aninhos que te prova o contrário. Ou um desconhecido que vai com a tua cara.

Cara relação é uma chance.

Estamos sempre estragando tudo. Sim, você já estragou tudo com uma, talvez duas pessoas, mas provavelmente com um monte de gente. Nem precisa dizer que no fim das contas a gente perde pessoas por razões fúteis… Tão bobas quanto a cara que a gente faz quando dá tudo de si e no final não tem nada em troca.

Sem problemas, somos legais. Não somos legais para todo mundo, ou com todo mundo. Mas somos todos legais. Pra se soltar, uns precisam de uma ajuda médica, outros de cachaça, outros de desespero, ou apenas uma boa música. Quem sabe um café, ou cupcake?

No fim das contas, somos o que somos. Somos nós mesmos.

Mas o problema são as perversões.

ENTRETERE
15/08/2014, 12:25 am

Jazz na Baixada Fluminese: Toda quinta tem Panguajazz na ciclovia de Meriti

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Sim, isso mesmo que você leu: tão fazendo jazz no pé sujo que vende a cerveja mais gelada do sistema solar

Opinião » Wesley Brasil
27/07/2014, 11:30 am

Acabou o arrêgo na cultura da Baixada Fluminense

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A produção local está cansada de se calar e vai fazer um barulhão

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Aurélio Nascimento
8/07/2014, 2:03 am

A última batida de um coraçãozão

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O pão amassado debaixo do braço, aliado aos passos trocados no meio da rua, denunciavam a embriaguez de Ribamar. A pergunta era uma só: cachaça? Água. Fazia um mês que ele não botava uma pinga na boca, mas mesmo assim parecia que o chão girava.

Naquela noite, acompanhado apenas de uns pães, Ribamar caminhava tentando achar o caminho de casa, ou de pelo menos algum lugar que parecesse um lar. Noite fria. Ansiava por um gole de café e um punhado de amor. Só encontrava a solidão da metrópole e a tontura companheira.

Dor na nuca. Sem cheiro de bebida, caminhava o bêbado, de raspão entre os carros que apenas buzinavam. Sai da rua, homem! Sai do caminho, seu infeliz! Pára de beber, cachaceiro!

Entre gritos, carros, cheiro de pão e tudo mais, Ribamar caiu para nunca mais levantar. Foi o ataque cardíaco mais solitário que a rua direita viu.

Ou melhor, não viu.

Opinião » Wesley Brasil
4/07/2014, 10:29 pm

Copa do Mundo e a cultura do feriado

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Já que está tendo Copa, o povo "se contenta" com os feriados e torce pela seleção

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Opinião » Wesley Brasil
16/06/2014, 2:05 am

Vivemos a nova explosão cultural da Baixada Fluminense

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Está chegando a hora que ninguém mais dirá "não tem nada pra fazer por aqui"

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Aurélio Nascimento
5/06/2014, 7:47 pm

Faroeste do subúrbio

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Dois copos sujos de uísque descansam sobre a mesa, enquanto Ribamar contempla a podridão da sua história. São alguns segundos até os copos voltarem ao trabalho, enchendo-se e fazendo um bung-jump: da mão direita cheia de calos à mesa arranhada de outros carnavais.

Ainda tonto, depois de meio litro de uísque, Ribamar olha ao redor tentando identificar o banheiro. Saiu cedo do trabalho hoje, é verdade, mas foi por uma boa causa. Afinal, não é todo dia que se completa 40 anos de idade.

Seria romântico tocar agora um blues antigo. Mas a jukebox dos milicianos só toca aqueles pagodes velhos, que um dia Ribamar usou para animar suas noites. Agora servem apenas como canção para seu cotovelo dolorido. Não, a vida não é romântica. Não a de Ribamar. Mas essa é sua festa, sua música, sua bebida, seu momento.

Dois caras de camisa de botão entram no recinto. Seria um momento faroeste, aquela coisa dos velhos tempos do uísque mais farto que água. Ribamar os encara, pensa que são os donos da máquina de música, já cansados de ganhar dinheiro às custas de bêbados. Para sua sorte, são apenas dois matadores, que acabaram de pegar sua recompensa por assassinar uma mulher velha, chata e com varizes.

Ribamar pagou os dois com o dinheiro que roubou mais cedo na repartição.

Opinião » Wesley Brasil
27/05/2014, 3:59 am

Que tipo de brasileiro tenho que ser para meu país me ajudar?

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Como não sentir orgulho do país que levo no meu sobrenome?

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Aurélio Nascimento
18/05/2014, 10:41 pm

O amor de Berenice

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Podia ser a história de um grande amor, ou ainda a história do amor da vida de Berenice. Na dúvida, foi um amor bonito com passeios imaginários em ruas floridas com aroma de rosas. Pássaros cantando e tudo que um amor bonito como esse tem direito.

Berê sonhava com suas aventuras, distantes da satisfação carnal, mas repletos de momentos idealizados, fofos, e obviamente fadados ao fracasso.

Como boa menina exemplar, Berenice jamais falou com seu amado sobre seus sentimentos. Calou-se. Navegou apenas nas águas dos olhares, que afogavam os olhos de tantas lágrimas.

Assim foram anos. Muitos anos.

Semana passada Berenice se casou. Não foi com o amor da sua vida.

Mas a festa foi muito bonita.

Opinião » Wesley Brasil
6/05/2014, 6:30 am

A Baixada Fluminense não vai ganhar um real com a Copa

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Pois é, e o resto do texto só serve pra provar isso

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100 em 1 Rio » Wesley Brasil
4/05/2014, 3:08 pm

Chegou o grande dia! Estamos a todo vapor neste 4/5

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Movidos pelo amor, os integrantes do 100 em 1 dia Rio estão espalhados pela cidade

Opinião » Wesley Brasil
2/05/2014, 3:41 am

Baixada Fluminense: Parabéns? Não, obrigado!

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O que temos para comemorar? O que temos para festejar? Sentaí, vou te contar umas coisas

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Blog da Redação » Wesley Brasil
25/04/2014, 6:37 am

O Site da Baixada apoia o 4° Cineclube de Guerrilha da Baixada

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Apoio faz parte das iniciativas do SB em dar visibilidade para economia criativa da Baixada

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Opinião » Wesley Brasil
22/04/2014, 6:00 am

Comunicação na Baixada Fluminense: um desafio que ninguém vence

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Veículos de comunicação, agências de publicidade, artistas, empresas, instituições de ensino e até políticos passam aperto para se comunicar com o baixadense

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Opinião » Wesley Brasil
15/04/2014, 4:15 pm

Tá, vou explicar pra quê servem eventos como o Weboteco

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Networking, troca de conhecimento, testes de aceitação de startups, feedbacks de gente diferente, treinos de pitchings e por um acaso diversão

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Aurélio Nascimento
12/04/2014, 3:50 pm

O último pique-nique

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Foi dada como louca, não clinicamente, mas socialmente. Berê se arrastava entre diferentes rodinhas, à procura do afeto que jamais tivera. Uma mocinha com vestido de renda no meio de gente com a cara amarrada e roupa preta. Berê era doce.

Na manhã daquele domingo, se espreguiçou sorridente pensando em quantas bondades espalharia até o seu destino, um jardim bonito que as pessoas mais cult da cidade iam fazer pique-nique. Sozinha, arruma sua bolsa. Prepara os biscoitinhos e vai cantarolando.

O caminho, que ela faz questão de seguir a pé, traz lembranças de uma vida bandida, roubando a atenção de gente tão desconexa quanto o CD mais novo do seu artista favorito.

Ahhh… O jardim… Aquelas famílias bonitas montadas no amor… Passarinhos cantando entre as árvores, que por sua vez montam belas sombras para a instalação das toalhas vermelhas. Suquinho de maçã.

Berenice estende sua toalha xadrez e distribui carinhosamente o chá, o suco à base de soja, os pãezinhos e as memórias de uma moça que já não estava em lugar algum.

Berê foi encontrada duas semanas depois com o corpo já podre numa trilha qualquer.

ENTRETERE
9/04/2014, 1:35 pm

Cara, o Slow dabf é um historiador da parada

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Três cervejas num boteco sujo da periferia e duas horas de papo: a melhor aula que tive sobre como o rap estourou no RJ

Cultura & Arte » Wesley Brasil
6/04/2014, 12:35 am

Leia o discurso de posse da presidência do Forum Cultural da Baixada

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Discurso Proferido por Genesis Torres durante a posse da gestão do Forum para o biênio 2014/16

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Opinião » Wesley Brasil
18/03/2014, 3:16 am

Estamos todos desconectados, mas disso você já sabe

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Não somos escravos da tecnologia que nos chicoteia com Whatsapp, Facebbok e outras tranqueiras

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100 em 1 Rio » Wesley Brasil
17/03/2014, 2:18 am

As pequenas atitudes mudarão o mundo

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Acredito cegamente no poder da gentileza e outras coisas que ficaram no passado

100 em 1 Rio » Wesley Brasil
14/03/2014, 2:17 pm

Estamos levando tudo a sério demais

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O Profeta Gentileza se sentiria envergonhado se nos visse no dia-a-dia

ENTRETERE
10/03/2014, 5:15 pm

Wobble na rua, pra ser mais exato, na Vila Mimosa

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"Festa estranha com gente esquisita" faz muito mais sentido num cenário de carros destruídos, botecos sujos e equipamento musical de última geração

Opinião » Wesley Brasil
25/02/2014, 2:08 pm

Estamos levando tudo a sério demais

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O Profeta Gentileza se sentiria envergonhado se nos visse no dia-a-dia

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Opinião » Wesley Brasil
11/02/2014, 2:17 am

Sabe o assassinato de Belford Roxo? Normal na Baixada Fluminense…

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Historicamente convivemos com a figura do "matador" e ninguém nunca fez nada

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Blog da Redação » Wesley Brasil
10/02/2014, 5:28 pm

No ar: Especial #VeraoBaixada

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Uma cobertura do que acontece na Baixada Fluminense na época mais quente do ano

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Opinião » Wesley Brasil
28/01/2014, 11:27 am

Se o Rio está na moda, a Baixada está na tendência

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Bolha imobiliária, falta de espaço, preços inflacionados e violência farão o Rio não parecer tão fashion

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Opinião » Wesley Brasil
21/01/2014, 11:16 am

Esquerda, direita ou água de côco: pra mim tanto faz

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Agora tá proibido ter opinião. Seja qual for, você só tem o direito de estar errado, ok?

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Opinião » Wesley Brasil
24/12/2013, 8:06 am

Não adianta investirmos dinheiro nos jovens: temos que empreender com eles

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Os jovens carregam a inovação na veia, e só precisam ser orientados da maneira correta

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Opinião » Wesley Brasil
17/12/2013, 8:15 am

A hipocrisia da “entrada 1kg de alimentos”

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Sim, eu acho hipocrisia demais pedir 1kg de alimentos quando a coisa aperta

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Opinião » Wesley Brasil
10/12/2013, 8:43 am

Ano sabático: você merece ter o seu

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Separar um ano inteiro da vida para não ter metas e descobrir a si mesmo pode ser mais transformador do que você imagina

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Rendez vous com Sophia » Wesley Brasil
12/11/2013, 1:59 am

#DesafioNaReal: fui mentor na FIRJAN

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A convite do Maurício Calazans (CEO @ Neotrip), fui mentor de estudantes da Escola SESI no #DesafioNaReal. Comigo estava também o @ramonblum (Startup Researcher @ San Francisco, CA – USA), que foi meu sócio na @AgenciaSaliva. Escolhi dois grupos da Escola SESI de Duque de Caxias, e os treinei para fazer pitching. Infelizmente não ganhamos o prêmio, […]

Blog da Redação » Wesley Brasil
8/11/2013, 5:03 am

EDITORIAL: Começou o baralho de cartas marcadas, bem-vindos às eleições 2014

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Todo ano par é a mesma ladainha, e cada um escolhe um lado no período pré-eleitoral

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ENTRETERE
4/11/2013, 1:54 pm

Ostentação, recalque e umas (pseudo)verdades sobre o Rei do Camarote

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A matéria da Veja SP só serviu para lembrar que vivemos a cultura da ostentação num país de miséria